16/10/2017 às 19h16min - Atualizada em 16/10/2017 às 19h16min

ACHADOS E PERDIDOS

- Direto da Redação

Foto: Divulgação

Desde quando era bem molecadinha, a Josvézia sempre foi do contra. Se dessem algo quente, ela queria gelado. Se fosse de comer, ela queria de beber. E se fosse gelado, ela queria quente. Era realmente uma menininha difícil de agradar. Trágico! Mas isso é assunto para um outro momento.

Na véspera do Dia das Crianças, aproveitando o dia de folga da empresa Dona Tetequinha Ltda., sua mãe resolveu fazer uma média e levá-la para comprar o próprio presente. Foi aí que coisa começou a ficar esquisita.

As ruas estavam cheias e cada metro quadrado era disputado por pais e crianças a procura de presentes bons e baratos. Tinha fila até para comprar pipoca. E para ficar pior, a Josvézia lançou mão das lojas mais vazias e partiu para uma que mais parecia um formigueiro.

Andaram, subiram escadas, aguardaram horas para ir ao banheiro, experimentaram várias roupas, testaram aparelhos e, finalmente, quando a loja já estava fechando, compraram alguma coisa. E ao chegarem em casa:

_ Filha, pega logo o seu presente que ficou lá no carro!

E a Josvézia:

_ Já peguei tudo, mãe! Não estou achando a bolsa!

E a mãe:

_ Ai, meu Deus! Ficou na loja!

Talvez você já tenha passado por uma situação assim. Um monte de coisas negativas passam por nossa cabeça, não é? Mas, a sensação de prejuízo financeiro é a pior delas.

A melhor parte dessa história e a mais bonita, capaz de nos fazer acreditar no ser humano, é saber que o pertence foi achado, guardado e devolvido pelo funcionário com um belo sorriso no rosto.

Seus funcionários estão preparados para isso?

Jorge Paulo G. Sarmento

 

 

Link
Tags »
Relacionadas »
Comentários »
Disqus exige que voce se registre seu site. Voce pode fazer isso a partir de Registre-se